Antonelli é campeão e a Fórmula 1 se prepara para três disputas em 2027

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O piloto italiano Andrea Kimi Antonelli confirma o título da temporada na categoria rainha de monopostos, a popular e nobre Fórmula Um. Aos vinte anos de idade, ele devolve a Itália ao mapa de campeões por pilotos, décadas depois do último triunfo. 

Antonelli, entretanto, não é uma estrela ferrarista. O jovem é um prodígio Mercedes, escolhido como sucessor do britânico Lewis Hamilton, que curiosamente hoje veste o macacão vermelho da escuderia italiana. Ainda na editoria de curiosidades, há um outro britânico como “parceiro de garagem” do italiano, George Russell.

No ano passado, Lando Norris foi campeão do mundo com a McLaren, conhecida como “papaya”, por conta da cor dos carros na atual pintura.

Antonelli foi campeão com 20 anos, 2 meses e 7 dias. Antes o alemão Sebastian Vettel tinha sido o campeão mais jovem com 23 anos 4 meses e 11 dias em 2010.

Forza Itália

Pouco mais de sete décadas depois, a Itália volta a vencer um título entre pilotos. Com algumas provas de antecedência, Antonelli foi consagrado campeão.

No próximo ano, seu maior desafio é manter-se ativo na disputa por títulos. Inclusive, aqui está o grande enredo de coreografia para as equipes do pelotão de frente. Além de Mercedes e Ferrari, quem aparece nesse primeiro time é a dupla Red Bull Racing e McLaren, ainda que esteja um tanto atrás no comparativo com as demais escuderias de ponta.

O piloto tem condições de formar uma nova dinastia, dominar a categoria pelos próximos anos. Isso aconteceu em uma era recente, com os títulos consecutivos de Max Verstappen (2021 – 2024) e Lewis Hamilton (2017 – 2020).

Três campeonatos diferentes em um

O desenho da próxima temporada está mais do que evidente e se separa em três tipos de disputa: Três equipes disputam o título, outras cinco o posto de “melhor do resto” e no fim do grid, tem outras três duelando para ver quem é a menos pior. Duas delas declaradamente, Cadillac e Aston Martin.

Nesse último grupo, quem pode entrar ainda é a Williams. A equipe que já foi uma das grandes, não vive seus melhores momentos desde que voltou para a categoria rainha.

Entre as intermediárias, aparecem AUDI, Alpine, Haas e Racing Bulls. A última citada serve como “categoria de base” para a Red Bull, é uma equipe satélite. No pelotão intermediário, assim, aparecem oito pilotos.

Brasileiros tem “lição de casa”

Como foi discutido nesse espaço em outro momento, os brasileiros terão uma missão importante no próximo ano. Antes de se forçar uma rivalidade entre Bortoleto e Câmara, por exemplo, ambos vão precisar superar seus companheiros de equipe. Quando se vence na própria garagem, a confiança aparece naturalmente.

Os dois não podem ser vendidos como postulantes ao título, como foi coreografado aqui.

A tabela do mundial de construtores vai opor, naturalmente, AUDI x Haas. Nesse ano, as duas equipes estão praticamente juntas na classificação. O que a sucessão de fatos se encarregará de desenhar, não precisa de qualquer artifício. Entretanto, o primeiro rival de Gabriel e Nico e de Rafael é Oliver.


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