“Se Liga Brasil” chega a 100° edição

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O programa matinal “Se Liga Brasil” chega a sua centésima edição, completa vinte semanas no ar com audiência considerada estável na terceira maior rede de televisão do país. A atração comandada por Tiago Gardinalli tem apenas 1,96 ponto de média na Grande São Paulo. 

A faixa é considerada problemática para o canal, porque historicamente não consegue se firmar na briga pela preferência do público matinal. Na prática, nenhuma das desafiantes de mercado tem rendimento suficiente para brigar com o “Bom Dia São Paulo”, apresentado por Sabina Simonato.

Como está a audiência da RECORD nesse mesmo período?

O concorrente direto pela medalha de prata nessa briga é o “Balanço Geral | Manhã”, hoje apresentado por Eduardo Ferreira de Almeida Camargo. Considerando apenas as vinte semanas da nova atração SBTista, o formato exibido pela rede sediada na Barra Funda aparece com 1,86 ponto de média.

A emissora efetuou mudanças de comando, substituindo Fabiana Oliveira e William Leite pelo pupilo de Senor Abravanel (1930 – 2024), que apresentou por muito tempo o popular “Primeiro Impacto”. Caso sejam consideradas todas as edições do formato no ano, o “Balanço Geral | Manhã salta para 1,95 ponto de média.

Baixo rendimento exemplifica algo já explicado aqui

Os baixos índices de “Balanço Geral | Manhã” e “Se Liga Brasil” comprovam algo já dito neste espaço. A maior concentração de audiência na faixa matinal está na Globo.

A atração local apresentada por Simonato tem pelo menos quatro vezes mais público do que as duas iniciativas das emissoras concorrentes nessa primeira faixa de disputa entre as três maiores redes de televisão aberta.

Então, ambas as desafiantes se estapeiam por migalhas. Nessa corrida de cavalos, o cenário é dos mais equilibrados. Mas, não necessariamente por mérito de quem concorre com a Globo.

Líder míngua audiência das demais

Desde que o mundo é mundo, a Globo lidera. É isso que apontam os dados consolidados de audiência. Se em outros tempos, a emissora experimentou alguma instabilidade, o canal não sabe o que fazer com tamanha vantagem. Isso se reflete ainda na performance do “Bom Dia Brasil”.

Nesse cenário, qualquer formato concorrente que se destaque minimamente vai conseguir brigar pela preferência do público com alguma solidez. Isso, aparentemente, não deve acontecer nem no médio prazo.


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