Corinthians demite Fernando Diniz

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O treinador mineiro Fernando Diniz Silva não comanda mais o Sport Club Corinthians Paulista (SCCP), ele sucumbiu após uma série de resultados negativos. A derrota mais recente, inclusive, aconteceu na noite desta quarta-feira (07), diante do Internacional. 

A demissão acontece na volta da pausa para a Data-FIFA e pouco antes do Dérbi. Silva teve seis meses de trabalho, 33 jogos disputados e 47,5% de aproveitamento.

O último jogo de Diniz

A derrota mais recente foi pelo placar de 2 a 1, com gols de Vitinho (1), Allan Patrick (77) e um desconto do mosqueteiro, mais precisamente pelos pés de André Luiz (80), mas era tarde.

O trabalho termina como um enorme ponto de interrogação. Será que pode-se aproveitar algo desses seis meses? A empreitada do mineiro é 100% autoral, ou seja, poucos têm coragem de manter o estilo empregado por Silva. Agora, a equipe deve recalcular a rota de comando.

Perigo de rebaixamento e futuro

A noite de quarta-feira foi essencialmente desastrosa ao torcedor mosqueteiro. O clube dançava a valsa de uma demissão anunciada, que poderia ter sido efetivada durante a pausa FIFA, justamente para que o novo comandante tivesse algum tempo de manobra para trabalhar no elenco.

Quase vinte anos depois, o time do povo corre risco de rebaixamento. A equipe aparece em 16° lugar, com 32 pontos ganhos. O clube seguinte é justamente o adversário do meio de semana, então perdeu um confronto direto. Agora, quem toma as decisões olha com lupa para as rodadas finais e o iminente risco de rebaixamento.

O futuro, assim, pode ser na Série B. ESPN, X Sports e RedeTV! mostram a competição. Em 2027, inclusive, é o último ano do atual contrato desse torneio com a Disney. Será que vem aí?

E o clássico, hein?

“Você não sabe o que é um Parmera e Curintia”. Já diria a célebre frase do filme “Boleiros” (1998), que quase vinte anos depois segue atualíssima.

A realização desse clássico pode sacramentar uma série de coisas, dos dois lados. Mas, cabe fazer aqui um apontamento. Quando a crise estava “do outro lado do muro”, Abel Fernando Moreira Ferreira perdeu a chance de aumentar as tensões no tricolor, quando escalou reservas em um jogo decisivo.

Dessa vez, é um cenário diferente. Na volta da parada para seleções, o alviverde tem alguns problemas no primeiro jogo diante do Bahia. Mas, não se sabe como o quadro aparece para o clássico. Ainda assim, cabe alguma precaução.

Quem vai ser o próximo?

Essa é a pergunta-chave, que desmontaria qualquer texto. Aparentemente, o clube ainda não sabe. O que há de consolidado é: Desde o começo da década, são doze treinadores diferentes, ou seja, há alta rotatividade. Quem será, portanto, o 13° nessa turbulenta linha de sucessão alvinegra?

>> Com informações do GE Globo


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