Segundo turno nacional definido

|

|

O primeiro turno da eleição presidencial termina com a definição de que daqui três semanas, haverá uma nova rodada eleitoral, mais precisamente entre Flávio Nantes Bolsonaro (PL – RJ | 47,15%) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT – SP | 44,02%) com 99,39% das urnas apuradas. 

A candidatura do filho de Jair Messias Bolsonaro (PL-RJ) lidera a primeira perna eleitoral. Em três semanas, acontece o segundo turno entre o incumbente e uma candidatura de direita. Flávio aparecia nas pesquisas de intenção de voto em segundo lugar, ou empatado com o atual presidente.

Daqui três semanas, uma nova rodada

O segundo turno acontece daqui três semanas, mais precisamente em 25 de outubro, na última semana do mês. A diferença em favor do candidato de direita está na casa dos 2% e o histórico aponta para Bolsonaro, uma vez que jamais houve uma virada de quem aparece em segundo lugar para tomar a dianteira.

A briga desse momento acontece pelos eleitores de quem não conseguiu passar para a próxima fase do pleito eleitoral. Ao todo, são  mais de sete milhões de votos “em jogo”, sem contar as abstenções e votos nulos, que aconteceram dentro dessa primeira perna da briga pelo Palácio do Planalto.

Quem virou vencendo, nunca perdeu no segundo turno

A história conta, que desde a redemocratização não houve uma virada no segundo turno. Desde Fernando Collor de Melo (PMN – 1989) até Luiz Inácio Lula da Silva (PT – 2022), ninguém que terminou a primeira perna liderando saiu derrotado, quando a segunda fase eleitoral aconteceu.

Nos anos de 1994 e 1998, Fernando Henrique Cardoso (PSDB – SP) venceu no primeiro turno, embalado incialmente pelo plano real e em seguida surfando a onda de alguma popularidade em alta.

Costuras são necessárias

Outros dez candidatos disputaram o primeiro turno. Agora, quem conseguir costurar mais alianças conseguirá saltar ainda mais na frente. Partidos nanicos de esquerda dividiram a plateia de esquerda. Mas, na direita nenhuma grande candidatura se destacou.

O escritor Augusto Jorge Cury (Avante – SP), ficou com a medalha de bronze com um rendimento muito pior em relação a Simone Tebet, quando ela ainda estava no MDB e surpreendeu pela performance há quatro anos.

>> Com informações da CNN Brasil e do UOL Notícias


Publicado

em

por

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *