“Fofocalizando” completa dez anos no ar

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O programa vespertino de entretenimento “Fofocalizando” chega a uma marca simbólica no SBT, ao completar dez anos no ar. A atração passou por diversos horários, formatos e ancoragens, mas não foi cancelado. 

A emissora insiste em deixar a marca no ar, mesmo perdendo de maneira constante para o espaço de novelas da concorrente direta, que tem alguns meses a mais em exibição.

Primeira fase enfrentou Reipert

O primeiro momento do programa, quando era apresentado por Leão Nicola Lobo e Mamma Bruschetta, enfrentou o quadro “Hora da Venenosa”, citado na época como fonte de inspiração para a concepção do formato vespertino.

No ano de estreia, teve 5,10 pontos de média geral com cem edições exibidas e um embate direto com o concorrente direto especializado na vida alheia.

Menos de um ano depois, começou a enfrentar as novelas

A atração de entretenimento passou a enfrentar as novelas da RECORD a partir de 2017, com um soluço nos primeiros dias daquele ano quando foi transferido para a faixa das 08h30 e imediatamente voltou ao espaço vespertino.

O canal costuma mexer com alguma frequência no horário da atração, por isso fica muito mais complicado fidelizar público.

Atual time e posição ideal na grade

O canal tem no time do formato atualmente nomes como Gabriel Cartolano, Gaby Cabrini, Carol Lekker e Thayse Teixeira, além de Matheus Baldi. Entre janeiro e junho, o programa crava a terceira posição no confronto com as novelas da RECORD.

A rede não costuma ter paciência com programas de entretenimento, cancelando formatos como “Olha Você” (2009), “Vem Pra Cá” (2021 – 2022) e “Chega Mais” (2024). O vespertino ter permanecido tanto tempo no ar, mesmo com as mudanças de elenco e horário, é uma prova de estabilidade.

Falta relevância editorial

Desde a saída de Leonardo Antônio Lima Dias para o elenco do “Melhor da Tarde”, a atração carece de um grande nome especializado em entretenimento. Ainda assim, o programa repercute polêmicas, discute os assuntos pertinentes da editoria e consegue ser a maior audiência do seu horário entre os formatos especializados na vida alheia.

A emissora consegue manter no ar um programa de entretenimento por um longo período, coisa que não aconteceu com o “Cor de Rosa” (2004).


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