A corrida pela vice de Flávio Bolsonaro

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A eleição presidencial deste ano tem pelo menos uma grande subtrama até aqui, isso porque a chapa completa de Flávio Nantes Bolsonaro (PL-RJ) ainda não foi definida. Ele é o principal opositor a Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), que busca a terceira reeleição. 

O filho de Jair Bolsonaro (PL-RJ) tem na mesa pelo menos duas opções efetivas, sendo uma delas como chapa pura e outra que foi recentemente associada a uma legenda amiga: Daniela Marques (Republicanos), Júlia Zanatta (PL-SC). O terceiro nome dessa lista, Tereza Cristina (PL-MS), já declinou dessa possibilidade.

Outros candidatos têm vice confirmados

Outras chapas já têm suas escolhas definidas, como o exemplo de Geraldo Alckmin (PSB – SP, na chapa de Lula), Gilberto Kassab (PSD – SP, na chapa de Ronaldo Caiado), Aroldo Medina (Missão – RS, na chapa de Renan Santos).

As escolhas de “chapa fechada” são importantes nessa disputa, mas nem todos os candidatos fecharam questão nesse assunto.

PL quer uma mulher para fazer aceno ao eleitorado

O Partido Liberal (PL) pensa em colocar uma mulher na chapa de Flávio, para fazer um aceno ao eleitorado feminino depois de uma série de falas problemáticas dos aliados. Essa corrente quer eliminar, ou tentar apagar as falas de aliados que diziam sobre “mulher não saber votar”.

Marques foi presidenta da Caixa Econômica Federal no fim do mandato de Jair Bolsonaro. Zanatta é um dos nomes mais aguerridos da militância. Cristina, por sua vez, tem mais trânsito no âmbito político e conversa com outras lideranças com maior tranquilidade.

A atual senadora, ligada ao agronegócio, já disse que não pretende assumir compromisso de ser vice nessa chapa pura da legenda. O partido tem pouco tempo para definir os detalhes de quem vai acompanhar Flávio nesse pleito eleitoral.

Michelle não vai embarcar na campanha presidencial

A ex-primeira dama Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro deve focar seus esforços na campanha dela mesma ao Senado Federal, que também ainda não foi oficializada. Ainda assim, tem sido convencida a fazer pequenos acenos na direção de algum alinhamento ideológico, para manter tudo dentro da linha de trabalho da legenda.

O desenho do partido é tentar eleger duas senadoras no Distrito Federal. A outra cadeira deve ser disputada por Beatriz  Kicis Torrents de Sordi.

>> Com informações da CNN Brasil


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