Globo toma decisão sobre o Combate

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O Grupo Globo vai fazer uma mudança histórica em seus quadros, com a alteração de modelo do Canal Combate, que passa a integrar os pacotes básicos das operadoras de televisão por assinatura.

A troca de regime começa pelo serviço da Claro TV a partir desta quinta-feira (30 de julho), com isso o conglomerado muda de estratégia e amplia a distribuição daquele que era apenas um canal a la carte nos sistemas tradicionais da TV Paga.

Origem do Combate

O Canal Combate foi criado em 2002, com o nome de Premiere Combate (2002 – 2009), nome que carregou por sete anos, em alusão ao serviço pay per view da companhia, que faz a entrega de jogos do Campeonato Brasileiro Série A.

A partir do fim da década retrasada, deixou de ter como nome a identificação do canal irmão. Agora, o canal fica mais perto das outras iniciativas do Grupo Globo. O expediente começa com os assinantes de uma operadora e esse regime pode ser adotado nas demais marcas.

Perdeu relevância nos últimos anos

O canal não tem mais a mesma relevância dos seus primeiros anos de atividade, um dos golpes duros foi perder os direitos do UFC (2002 – 2022) e em seguida se apoiou em outras organizações, mas não teve o mesmo impacto positivo.

A parceria com o Bellator (2023 – 2025) foi breve, a marca chegou ao fim e agora os eventos e cards da organização podem ser vistos na ESPN. Para mais detalhes sobre o assunto, basta clicar aqui

Narradores tem sido usados em outros eventos

A falta de maiores demandas para o Combate faz com que a Globo passe a usar seus profissionais em outros eventos, Luiz Felipe Prota tem feito jogos de futebol e futebol americano, mais precisamente a NFL, aquisição recente do conglomerado.

Enquanto que Rhodes Lima aparece como voz dos melhores momentos em intervalos do SporTV e Premiere. Tem, ainda, raríssimas escalas no esporte bretão.

O elenco de analistas pode ser usado em outras atrações de luta. Ana Hissa, por exemplo, pode comentar lutas de boxe como já aconteceu. Além disso, a empresa tem outros acordos com presença no MMA, então ninguém fica sem ter o que comentar. Em escala menor de necessidade, mas há janelas para todos.

A mudança para um pacote básico pode representar uma tentativa de reposicionar o Combate dentro da própria estrutura esportiva da Globo. Mais do que ampliar o alcance, a estratégia pode servir para recuperar relevância para uma marca que já ocupou posição muito mais importante no mercado de televisão por assinatura.

>> Com informações do jornalista Gabriel de Oliveira, em sua coluna Canal D, publicada pelo jornal O Dia


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