A Disney projeta uma versão gratuita do seu streaming, que conta com materiais de ABC, Disney Channel e outros players ligados a empresa do Mickey Mouse, o roedor mais famoso do planeta terra.
O projeto está em fase de discussão, com a assinatura do executivo Adam Smith, chefe de produto e tecnologia da empresa. Caso essa ideia vingue, pode surgir algo parecido com o que já acontece com o Globo Play, por exemplo, que conta com conteúdos gratuitos e os chamados CANAIS FAST.
Será um caminho para os canais gratuitos?
A movimentação da plataforma de streaming poderia significar o lançamento de canais FAST e lineares, dentro da plataforma? Atualmente, apenas os canais ESPN tem seus sinais 24/7 na plataforma, para assinantes do Plano Premium.
Nesse caso, não há informações. Seria uma inciativa fomentada por fãs que desejam, por exemplo, o retorno dos conteúdos que fizeram sucesso do Disney Channel (2001 – 2025). Além disso, excluiria a necessidade de fazer com que o usuário pesquise o que ele quer ver. Basta ligar em um canal e “esquecer da vida”, como diria o outro.
Fase de elaboração dos planos
A Disney faz um redesenho de estratégias, como aparenta acontecer a partir de agora. O plano ainda estaria em momento de desenho, sem uma lista de produções que estariam nesse modelo. O serviço vai ser feito para brigar com a iniciativa do Google.
O conglomerado também pensa em estratégias de retenção. Agora, a empresa pretende fidelizar a audiência e se consolidar como um dos maiores produtores do mundo, além do conteúdo gerado, diariamente pelo departamento de esportes.
Comunicação mobile vem aí
A empresa pensa em conteúdos verticais, inclusive, para aumentar as horas de consumo e conteúdo para o assinante e futuro usuário gratuito. Conteúdos verticais, microdramas e programas de entrevistas estão em estudo. Recentemente, foi adicionada a programação da Rádio Disney (91,3).
Para acompanhar outras notícias sobre streaming e televisão, acesse nossa editoria de televisão.
>> Com informações do site TecBlog, especializado em tecnologia.


Deixe um comentário