O ator estadunidense Jesse Wesley Williams reforça o elenco do drama médico “Grey´s Anathomy” nesta nova temporada. Ele vive o interno Jackson Avery. Aos 29 anos de idade, ele chega como uma das peças centrais da fase atualizada da produção.
A sua personagem tem parentesco com um dos grandes médicos no universo da série, mas ele se recusa a viver na sombra de tudo o que o avô conquistou. O tipo chega ao Seattle Greace por causa de um processo de reestruturação na saúde da cidade e passa a atuar como interno da cirurgia.
Um sobrenome que muda os rumos da história
Nos primeiros episódios, a produção faz questão de esconder a origem familiar do personagem. Pouco depois, o público descobre que Jackson é neto de Harper Avery, um dos cirurgiões mais respeitados da medicina norte-americana e responsável pela criação da prestigiada Fundação Harper Avery.
A revelação muda completamente a percepção dos colegas. Se antes ele era visto apenas como mais um residente talentoso, passa a conviver com desconfiança, julgamentos e constantes comparações. A própria série trabalha esse conflito ao mostrar o esforço do médico para provar que conquistou seu espaço pelo mérito, e não pelo sobrenome ou pelo número de gominhos que ostenta quando tira a camisa.
Morte poderia ser evitada na trama
O momento em que George (T.R Knigth) morre é uma das coisas mais inexplicáveis desse universo. A criadora da obra tinha uma série de outras possibilidades para colocar um ponto final na história do jovem. Em seus últimos momentos de vida, a personagem tinha se alistado para ser um médico em campo de guerra. Ao cabo, ele morre atropelado sem conseguir cumprir a nova etapa da vida.
A trama ganharia em profundidade, porque teria outros desdobramentos. Quem ganhou um desdobramento em história paralela foi Addison (Kate Walsh), mais precisamente em “Private Pratice”, que está em sua quarta temporada de produção pela ABC.
Outro spin off no forno
A emissora prepara para breve a estreia de um novo programa derivado, agora com os bombeiros da cidade. Rhimes desenha essa história como uma resposta da empresa ao mercado, que parece querer consumir esse tipo de drama.
Aparentemente, o universo da rede é dos mais complexos e profundos. Quem sabe, no futuro, venha uma produção somente de bombeiros, com outra pessoa responsável pelo texto?


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