A RECORD não tem nada definido para sua faixa vespertina, inclusive, suas escolhas mais recentes foram feitas em cima da hora. Mas, a novela “Topíssima” (2019) pode ser uma das consideradas.
Uma lufada da antiga fase da emissora em meio ao sucateamento da dramaturgia e esquecimento da própria história, a produção começa com um assassinato, um acontecimento impactante, como os grandes enredos da fase áurea do canal.
História conversa bem com o público do “Balanço Geral”
Jamais reprisada na faixa vespertina, a trama seria um ponto interessante de ligação entre a dramaturgia e o jornalismo popular, porque conversa bem com o informativo justamente por ser movimentada e ter como um dos eixos a atuação criminosa dos vilões.
Exibida originalmente entre 21 de maio e 9 de dezembro de 2019, a história teve 8,00 pontos de média geral em São Paulo, boa audiência para a realidade da dramaturgia secular do canal liderado por Cristiane Cardoso, a herdeira de Edir Macedo Bezerra.
Primeira reprise foi em horário nobre
Em meio a uma bagunça dentro da faixa nobre, a novela foi reapresentada em 150 capítulos, como substituta da história canadense “Quando Chama O Coração” (2014 – Presente). O desempenho foi também positivo, apesar de menor em relação a primeira transmissão.
O canal ainda tem um longo caminho com a reapresentação de “Jesus”, que completou dez semanas no ar recentemente. A obra supera a concorrente direta, com larga vantagem. Para ter mais detalhes sobre esse caso, basta clicar aqui
Última novela “mundana” da tarde
O canal exibiu recentemente uma reprise de “Apocalipse” (2017), ambientada nos dias atuais. A produção foi contada em pouco mais de cem capítulos, com média de 4,6 pontos. Antes, o canal apostou em “Chamas da Vida” (2008) há cinco anos.
A reexibição, boicotada pela emissora, teve 4,2 pontos de média, a mesma audiência de “A Escrava Isaura” (2004), transmitida imediatamente antes da atual reapresentação.
>> Material construído com base nos dados consolidados, como uma sugestão ao canal para a faixa vespertina em substituição a “Jesus”


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