O novelista carioca Mauro Wilson já tem data para voltar ao trabalho, o período de descanso do roteirista chega ao fim em julho, quando ele deve apresentar pelo menos uma sinopse de novela.
A produção, ainda sem faixa definida, pode ser exibida ás seis da tarde ou sete da noite, como aponta um veículo do próprio Grupo Globo.
Primeira titularidade foi nesta década
A emissora promoveu o dramaturgo de 68 anos no começo desta década, quando ele assinou sozinho “Quanto Mais Vida Melhor” (2021), para a faixa das sete. Em seguida, teve um trabalho cancelado e logo depois foi co-responsável por “Êta Mundo Melhor” (2025), exibida na faixa das seis.
Antes, Wilson era colaborador e fez diversos trabalhos por aproximadamente vinte anos, em faixas diversas. Até mesmo seriados o novelista escreveu.
Mais um nome entra para a rotação
A maior emissora do continente oficializa, assim, mais um nome em seu esquema de revezamento para as demais faixas de novelas. Nos últimos anos, o canal tem promovido uma forte renovação em seus quadros de dramaturgia.
Agora, assim que finalizar o período de férias, Wilson deve emplacar um novo trabalho meses depois de assinar uma obra conjunta com Walcyr Carrasco, o novelista mais camaleônico da rede.
O canal vai colocar uma nova safra de autores para as duas faixas consideradas “auxiliares” e que complementam o espaço nobre. Entre eles, Juliana Peres, Dino Cantelli, Carla Faour, Júlia Spadaccini e outros.
Desde sempre na Globo
Antes de ser promovido para assinar novelas, Wilson foi responsável por outros programas na Globo. Desde 1984 no canal, ele assinou projetos como “TV Colosso” (1993 – 1997), “Caça Talentos” (1996 – 1998), novelinha infantil de Angélica em seu programa matinal “Angel Mix”, “Sai de Baixo” (1996 – 2002).
Assinou ainda seriados como “A Grande Família” (2007 – 2014) “Aline” (2008 – 2011), “A Mulher Invisível” (2011), “Doce de Mãe” (2014), “Cidade Proibida” (2017) e “Ilha de Ferro” (2018).
A história dos petroleiros é uma das primeiras obras para o streaming da maior empresa de comunicação do continente.
>> Com informações da jornalista Anna Luiza Santiago, em sua coluna Play, no jornal O Globo.


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