México x África do Sul abre a Copa do Mundo de 2026

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O primeiro jogo da Copa do Mundo FIFA nesta edição de três sedes será disputado entre México x África do Sul, mais precisamente na quinta-feira (11), dezesseis anos depois da estreia no mundial realizado no continente africano. 

Apesar do jogo ser igual, haverá diferenças importantes na mídia brasileira: Pela primeira vez, uma pessoa diferente vai abrir o torneio na Globo. Para o primeiro jogo da competição foi escalado Gustavo Galvão Villani.

Como segunda opção de televisão aberta, sai a Band, que teve Luciano do Valle como principal voz e entra o SBT, com Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno, em seu primeiro mundial depois de décadas na maior emissora do país.

Elemento diferente na copa das três sedes

A maior diferença nesses dezesseis anos que separam as duas partidas é a entrada consistente de um terceiro detentor. A Cazé TV terá todos os jogos do torneio e deve escalar sua principal voz para esse pontapé inicial, com Luiz Felipe Freitas no relato.

O espaço ocupado pela LiveMode é enorme, que corresponde justamente ao que o Grupo Globo fez nos últimos torneios. No caso do jogo de estreia, há uma quarta voz, encarregada de levar aos assinantes do SporTV esse jogo.

Realidade diferente nos números de audiência

A abertura realizada em Johanesburgo terminou em um empate dentro de campo, com gols de Siphiwe Tshabalala (RSA) e Rafael Marquez (MEX).

O placar da Kantar Ibope apontou uma vantagem descomunal para a Globo. Mesmo compartilhando os direitos depois de duas Copas exclusivas, a emissora não foi abalada e conquistou 22 pontos de média com a estreia do certame.

Noutra realidade, a Band foi muito bem para o seu então patamar de audiência, com 5 pontos de média, embalada por um programa especial de duas horas antes do jogo começar. A partida foi disputada no fim da manhã.

Agora as forças são outras

A Globo deve permanecer na liderança isolada, como acontece desde que ela aprendeu o esquema para “jogar sozinha” em televisão aberta. Assistir ao canal dos Marinho é um hábito da população brasileira, que não vai sumir da noite para o dia. Não foi assim nem mesmo na época de volumosos investimentos da RECORD, quando ela tentou ser também referência em entretenimento.

Para a terceira emissora do país resta a amarga realidade de brigar com a reprise de “Jesus” (2018), em cartaz nas tardes da emissora da Barra Funda. Caso reprise os números da Band, há dezesseis anos, pode ser considerado um sucesso. É muito mais, por exemplo, do que marca o vespertino especializado na vida alheia “Fofocalizando”, freguês das reprises recordistas desde a década passada.

Quem assume o posto de segundo player em dias de jogos da Globo é a LiveMode, que vale registrar novamente tem a integralidade do evento. A ver como se movem as forças, na quinta-feira de abertura. A história passa diante dos olhos de todos, resta saber para onde vai o público que “não se importa” com um evento desta monta.

>> Material construído com base em informações das Copas do Mundo de 2010 e 2026 e dos dados consolidados de audiência


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