A Globo prepara uma grande surpresa para o público, isso porque a partir da próxima segunda-feira (10), “A Próxima Vítima” (1995) ganha o horário da tarde na maior emissora do país.
O folhetim exibido em 203 capítulos e escrito por Silvio de Abreu vem para socorrer a faixa vespertina, que anda em baixa por conta da transmissão de “Tropicaliente” (1994), novela das seis que não conseguiu manter os excelentes números de suas antecessoras.
A Próxima Vítima ganha uma campanha especial em Vale A Pena Ver de Novo
A versão vespertina da obra deve sofrer com edições, principalmente nas cenas mais violentas. Mas, a campanha de lançamento dessa reprise é diferente das outras. Dirceu Rabelo costuma dizer sempre: “Um grande sucesso está de volta, a partir desta segunda, logo depois do ‘Vídeo Show’, em ‘Vale A Pena Ver de Novo”, mas dessa vez tem algo a mais.
No fim das chamadas, a emissora promete exibir um fim inédito, desconhecido do público brasileiro que consumiu essa história de maneira avassaladora no final da década passada.
Mortes diferentes, ou assassino mudado?
A rede fluminense não quer entrar em maiores detalhes. Por isso, podemos especular quais seriam essas mudanças prometidas. Na versão original, foi Alberto (Cecíl Thire) o responsável pelas mortes seguido os signos do horóscopo chinês.
O movimento de alteração acontece na ordem das mortes, tem algum presunto inédito? Ou é o algoz que deve ser modificado?
A missão da novela nesse horário da tarde é das mais ingratas, porque a antecessora foi mal. Caso o enredo viesse depois de “A Indomada” (1997), por exemplo, teria maiores chances de conseguir falar com um público maior.
O canal optou por suavizar a faixa, depois de exibir três novelas das oito em sequência. Assim, perdeu público de maneira proeminente.
Seria uma revolução para a dramaturgia nacional, por exemplo, se Quitéria Quarta-Feira (Vera Holtz) fosse nomeada a grande vilã nessa reprise. Ou mesmo uma das irmãs Ferreto, mais precisamente Carmela (Yoná Magalhães).
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