A semana termina com excelente notícia para o esporte brasileiro, isso porque o jovem João Franca Guimarães Fonseca (30°) supera um dos jogadores lendários da modalidade, mais precisamente Novak Djokovic (SRB – 4°)
O jogo se resolveu em aproximadamente cinco horas, com o placar de 3 x 2 (4-6 | 4-6 | 6-3 | 7-5 | 7-5), numa virada construída a partir da terceira parcial, onde o carioca conseguiu “entrar” no serviço do adversário e jogou no limite.
Segundo triunfo em condições extremas
Pela segunda vez nessa edição do torneio, Fonseca levou uma partida ao quinto set. Antes, o carioca havia superado Dino Prižmić (CRO – 72°), com um pouco menos de tempo em quadra, apontam dados consolidados.
A terceira partida no solo sagrado parisiense colocou o jovem brasileiro com a melhor campanha do tênis nacional entre os homens desde 2010, quando o paulista Thomaz Bellucci chegou nessa mesma fase da competição.
O triunfo do miúdo de apenas 19 anos de idade teve o relato de Renan do Couto, com análises de Sylvio Bastos, na ESPN 2 e Disney Plus.
Próximo adversário
O quarto jogo do carioca ainda não tem oponente definido, porque o nome sai do confronto entre Casper Ruud (NOR – 16°) e Tommy Paul (EUA – 21°), caso enfrente o norueguês, esse será um jogo inédito na trajetória do brasileiro. Contra Paul, há um histórico, com um triunfo para cada lado. Essa, portanto, seria a terceira partida entre os dois.
Fonseca tem muito tempo de quadra
Nas três primeiras partidas, o brasileiro soma aproximadamente onze horas em quadra. Apenas na estreia foi uma vitória mais simples e direta, em apenas 3 sets disputados.
A trajetória é das mais complexas, mas agora com a chamada “chave aberta”, pela queda de nomes como Sinner e Djokovic. Entretanto, tudo deve ser construído passo a passo, game a game.
Haddad Maia tem uma semifinal na história
A paulistana Beatriz Haddad Maia já demonstrou um alto nível de tênis. No passado recente, ela chegou a uma semifinal do torneio. Ela é a tenista mais relevante entre as mulheres na era aberta. Há outros nomes de destaque, mas nenhum com seus resultados.
No passado, a carreira de Maria Esther Bueno (1939 – 2018) foi super relevante, mas ela não teve a chamada “era aberta da modalidade. Em seus últimos anos de vida, Bueno foi analista da modalidade no Grupo Globo.
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