“Guerra das Rosas” registra bons índices na Band

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A novela turca “Guerra das Rosas” registra bons índices de audiência, conquista o público no horário nobre da quarta colocada e ainda sobe no comparativo com a antecessora, também turca, surfando uma onda proporcionada pelo “Jornal da Band”.

Em dois meses no ar, a produção soma 1,33 ponto de média geral, acima da exibição de “Cidade Cruel” (2019) nesse mesmo recorte e tem 1,5% de crescimento em uma faixa de novelas relançada com a trama brasileira “Beleza Fatal”, da HBO Max, responsável pela retomada.

A obra europeia pode abrir caminho para outros títulos, ainda mais se os números forem mantidos em um espaço considerado estratégico. O desempenho poderia ser ainda melhor, caso a janela não fosse sucedida pelo horário arrendado por Romildo Ribeiro Soares, criador da Igreja Internacional da Graça de De Deus (IIGD).

Novelas tiram fantasma do fracasso

A faixa de novelas tem maior constância do que o programa de entretenimento apresentado por Fausto Silva, que estreou na vice liderança, mas com o passar dos meses foi minguando ao ponto de derreter e se estapear com emissoras de menor porte no investimento, como o caso de Cultura e Gazeta.

Essa é a quarta novela exibida pela emissora desde a retomada, com números modestos se comparados aos de concorrentes diretas, mas desempenhos honestos e coerentes com a faixa horária, sem sofrer grandes pressões de projetos com menor poder de fogo.

A primeira casa das novelas turcas

Na fase anterior, o canal transmitiu novelas europeias em sequência. A estreia aconteceu com “Mil e Uma Noites” (2006), quase dez anos antes da estreia de “Força de Mulher” (2017) na programação da RECORD.

Ao todo, foram exibidas sete produções turcas em três anos. A emissora também se aproveitou de uma auspiciosa fase do seu principal telejornal, então liderado por Ricardo Eugênio Boechat (1952 – 2019), o principal nome do jornalismo na emissora sediada no Morumbi.

Atualmente, a boa fase do jornal se deve pela presença e contundência de Adriana de Fátima Araújo, que por anos foi o principal rosto da RECORD.


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