O jornalista e apresentador potiguar Emanuel Tadeu Bezerra Schmidt deve ser mantido no comando do maior programa de confinamento do país para o próximo ano. A Globo encaminha a renovação do acordo com o comandante.
A relação dele com as marcas que patrocinam a atração é das mais saudáveis, isso conta a seu favor e pesa na hora de definir quem vai liderar o “Big Brother Brasil”, que deve ter seu acordo de produção estendido em breve para mais três anos.
O canal tem nessa atração sua principal marca do primeiro trimestre, monopolizando as atenções na televisão e nas mídias sociais, porque ele acaba também alimentando os demais canais de televisão aberta e sites de notícias voltados ao entretenimento.
Renovação de contrato pode levar Tadeu a uma marca importante
O novo acordo deve fazer o jornalista chegar ao posto de segundo apresentador mais longevo da marca, Tadeu chega ao sexto ano na liderança da atração, supera o tempo de outro profissional oriundo do esporte Tiago Rodrigues de Leifert, que sequer está no elenco atual da empresa.
Antes, ele esteve no comando do “Fantástico”, semanal de jornalismo e entretenimento mais tradicional da TV Globo. Era dele também a responsabilidade sobre o quadro dos cavalinhos do programa, que criaram uma identidade enorme com o apresentador.
O começo do formato no país
A atração de confinamento tem base neerlandesa, com a condução do jornalista Pedro Bial nas dezesseis primeiras edições do formato, nos quinze anos iniciais da marca. Em 2002, teve duas edições produzidas. Depois, ficou com uma posição estratégica no começo do ano, entre janeiro e março-abril
O carioca tem uma trajetória similar ao atual apresentador, porque liderou também o programa semanal de maior audiência da rede, em dobradinha com a jornalista Glória Maria.
Na edição de estreia, o programa teve uma participação especial de Marisa Orth.
Os primeiros anos da atração foram reprisados pelo VIVA, um pouco antes da marca ser extinta no sistema de canais pagos do Grupo Globo.
>> Com informações do jornalista Gabriel de Oliveira, em sua coluna Canal D, publicada pelo jornal O Dia.


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