O Chelsea Football Club entra oficialmente para a ciranda dos treinadores e anuncia a demissão do britânico Liam Rossenior, de 41 anos, após três meses no cargo de comandante da equipe azul sediada em Londres.
A chegada aconteceu em janeiro, para ocupar o espaço deixado pela saída de Enzo Maresca. Mas, a estadia foi mais breve do que se imaginava. O desligamento acontece logo depois da derrota pelo placar de 3 x 0 diante do Brigthon.
Para a vaga de treinador, foi escolhido o auxiliar técnico Calum McFarlane, do time permanente de profissionais da equipe britânica. Agora, o desafio do clube é se manter em posição de classificação aos torneios continentais.
As próximas partidas pelo Campeonato Inglês da equipe são contra Nottingham Forest, Liverpool, o rebaixado Tottenham e o Sunderland.
Desde o começo da década, o clube teve seis técnicos diferentes. No melhor estilo do futebol brasileiro, com as passagens de Liam Rossenior, Enzo Maresca, Maurício Pochettino, Frank Lampard (duas vezes), Graham Potter e Thomas Tuchel.
A diretoria queria manter o trabalho de Rossenior, mas a queda de rendimento recente e a consequente ameaça de um não classificação para a UEFA Champions League fizeram o trabalho ser interrompido de maneira precoce.
Para se ter uma ideia, apenas quatro profissionais completaram um ano na condução da equipe nesta década. A rotatividade está alta, no melhor estilo mesmo do futebol brasileiro. Até mesmo um clube vencedor por aqui, como o caso do Flamengo, tem uma rotatividade extrema de profissionais que passam pela casamata.
O pólo do mercado no melhor futebol do mundo se inverteu, ou é apenas uma mudança ocasional e que não reflete a postura comum de clubes no velho continente. Na outra ponta extrema, há o trabalho de Diego Simeone, com quase quinze anos na condução do Atlético de Madrid.
>> Com informações da ESPN britânica.


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