O programa semanal “Caldeirão” entra na linha de tiro dentro da maior emissora do continente. A atração de entretenimento comandada por Marcos Chaib Mion passa por um momento de reavaliação e pode deixar de ser produzida, mais de duas décadas depois de sua estreia.
A reavaliação acontece após uma série de reações negativas ao conteúdo apresentado, principalmente na última semana onde uma homenagem ao comediante Renato Aragão se transformou em qualquer outra coisa, menos em um momento de celebração sobre a trajetória do comediante.
Festejado quando de sua chegada, Mion não consegue manter o público interessado em seu semanal. As dinâmicas propostas parecem batidas e ele em nada lembra o animador que foi nos tempos em que liderava o “Legendários” (2009), ou mesmo quando foi escolhido para comandar “A Fazenda”, depois da experiência com o empresário Roberto Justus.
Na líder de audiência desde 2022, Mion tem problemas com o formato. A atração não performa da mesma maneira em relação aos primeiros anos. O apresentador tem sido rejeitado pelo público, inclusive foi tirado das coberturas de festival. Nem mesmo os projetos secundários que seriam dele nos canais pagos estão mais aos seus cuidados.
A Globo estaria pensando em uma troca de produto, com o retorno de Rodrigo Alcazar Faro para o dia da semana que o consagrou. Mas, isso ainda é tratado como uma possibilidade ainda distante, pelo menos até agora.
Mion parece ter perdido as características que o levaram a assumir o show da tarde de sábado, isso o fez brilhar em “Piores Clipes do Mundo”, “Descontrole”, “Quinta Categoria” e todos os formatos que comandou até sua chegada na líder de audiência.
Após quase vinte anos, Faro pode ter a oportunidade de assumir um espaço fixo na grade. A recusa da emissora no passado o levou a aceitar o comando de “O Melhor do Brasil”, que transformou para sempre sua carreira como comunicador.
>> Com informações do jornalista Gabriel de Oliveira, em sua coluna Canal D, publicada pelo jornal O Dia


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