A empresa Kalunga parece finalmente ter encontrado um filão para chamar de seu na mídia brasileira. O sucesso da X Sports em menos de um ano no ar é flagrante, com números superiores aos de redes com décadas no ar.
O movimento aconteceu em agosto passado, logo depois da passagem efêmera da Loading, canal de games, animes e cultura geek que sequer completou seis meses no ar com programação própria e inédita. A breve estadia do canal foi substituída pelo religioso mineiro Valdemiro Santiago de Oliveira, que ficou menos de um ano com o espaço que era da MTV Brasil.
Em agosto do ano passado, a Kalunga colocou no ar uma rede esportiva, em televisão aberta e começou a rivalizar nos números com Gazeta, RedeTV! e Band, marcas estabelecidas no mercado e com décadas de atuação como empresas generalistas.
A nova emissora tem sob seu poder ligas de futebol sublicenciadas pela ESPN, o maior canal de esportes do mundo. Além disso, aposta a partir de agora na produção diária, com a “Central X Sports”, que ganhou forma recentemente.
O canal tem ainda a Bundesliga, com o dobro de oferta em relação ao concorrente direto na televisão aberta, mesmo caso vale para o segundo escalão do futebol nacional. E tem o respaldo de pelo menos quatro empresas em suas janelas comerciais.
A empreitada tem nos intervalos comerciais anúncios de Caixa Econômica Federal, Cielo, Disney +, SportingBET e a própria Kalunga, que é uma rede de papelarias conhecida em todo o território nacional. O canal tem essa divulgação das séries da Disney na maior parte dos intervalos comerciais, leva ao seu público comerciais com os produtos do streaming da gigante estadunidense.
Ao todo são quatro anunciantes, fora a Kalunga. Isso é algo positivo para uma rede recém criada, de nicho e que aposta no esporte como seu principal produto. Além disso, fomenta o mercado, com oportunidades para narradores históricos como Milton Leite, projeta ainda mais o excelente Marcelo do Ó e ainda é a casa para novos talentos, como o caso de Zé Neto.
>> Com informações de Flávio Barbosa nas mídias sociais, do EPLAY e de dados consolidados


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