A novela “Vidas Paralelas” teve sua produção cancelada na líder de audiência, com isso chega ao fim a ideia de investir em um modelo diferente de dramaturgia, ou seja, novelas convencionais com uma menor quantidade de capítulos.
O argumento inicial era do jornalista e dramaturgo Walcyr Rodrigues Carrasco, celebrado novelista com passagens por todas as faixas da Globo, além de trabalhos em Manchete e SBT. A ideia seria desenvolvida por Cristiane Fridman, um dos nomes centrais do projeto de dramaturgia da RECORD, entre os anos de 2004 e 2015.
A emissora dos Marinho cancela a produção desse tipo de novela, desmobiliza a equipe e coloca o diretor Adriano Melo em um outro formato, ele vai dirigir uma produção para o GloboPop, concorrente direto de outras mídias sociais que apostam em novelas “verticais”.
O destino de Fridman ainda não é conhecido. Recentemente, o canal rejeitou uma sinopse dela para uma novela convencional.
A emissora dispensou, na mesma leva, uma ideia de Marcílio Moraes. Em tempos onde novelistas se repetem em pelo menos duas faixas, seria um respiro interessante aparecer com Fridman, que tem ideias diferentes na maior emissora do país.
Vale lembrar que sua última novela foi “Amor Sem Igual” (2021), na RECORD, já sem o mesmo impacto da era vitoriosa da emissora onde teve destaque com “Bicho do Mato” (2006), “Chamas da Vida” (2008) e “Vidas Em Jogo” (2011).
>> Com informações do jornalista Flávio Ricco, em sua coluna Canal Um


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