A emissora que melhor performa entre as desafiantes de mercado deve ser notícia, independente de quem seja. Ser a primeira opção depois da Globo é algo grande, inclusive no passado uma rede chegou a usar “Na Nossa Frente Só Você” como slogan institucional.
O modo como se comemora, hoje, é algo um tanto espalhafatoso. A RECORD, por exemplo, não faz mais isso, com matérias megalomaníacas enaltecendo crescimentos no “Domingo Espetacular”.
A galhofa hoje pertence ao SBT. Sim, a vice liderança é notícia, mas não pode virar chacrinha. Quem deve noticiar tal feito é a imprensa especializada. Efeitos de corneta, buzina e sino no ar é brega, complexo e muito feio.
Como dizem no esporte, o medo de perder tira a vontade de ganhar. Isso se aplica em todas as desafiantes de mercado, porque nenhuma delas investe na madrugada, por exemplo. A maior parte tem horários arrendados e quem poderia mexer nesses indicadores não o faz.
As maiores emissoras que estão nesse posto poderiam fazer muito mais. O movimento é inexistente na RECORD, porque é cômoda a situação, já no SBT acontece algo complexo, porque só se consegue manter alguma estabilidade em segundo lugar justamente contra os programas da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
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