O acerto tardio da RECORD

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A RECORD acerta o passo ao efetivar Eduardo Ribeiro no comando do “Jornal Da Record”. Essa cadeira era dele, em sucessão a Celso Freitas. Ele era o nome preparado pela casa, pelo menos desde a estreia no “Record News Brasil”. 

O acerto de agora, entretanto, não apaga a maneira deselegante de trato com Sérgio Ricardo Soares Aguiar. A movimentação correta seria, de fato, devolvê-lo ao “Fala Brasil”, cadeira que ocupou por algum tempo ao lado de Mariana Godoy.

Aqui, há dois erros: A justificativa pela demissão do carioca e uma reforma completa na sua marca do horário nobre. Definitivamente não precisa. Ribeiro já ancorou o informativo incontáveis vezes, ao lado de Adriana Araújo, Ana Paula Padrão, Christina Lemos…

Uma reforma editorial no informativo da faixa nobre é completamente desnecessária. A maneira como as coisas estão funcionam muito bem, com os elementos da forma ora dispostos. O JR é a marca de jornalismo em bancada mais vista fora da Globo, mexer nisso pode “azedar a maionese” pelos lados da Barra Funda.

Por último: Não se diz a ninguém ser “refinado demais” para trabalhar em uma emissora. Ficou feio, dona RECORD… O oposto, contudo, também seria. Já pensou se alguém é dispensado por ser “popular demais”?


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