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Reprise no horário nobre outra vez

A Record vai colocar no ar uma versão resumida e narrada da novela “Reis”, para que o público relembre como se desenvolveu a história até o momento. O canal paulista vive uma grave crise em seu entretenimento, isso porque nada depois do “Jornal Da Record” funciona. 

Aos poucos, a linha de shows na faixa seguinte ao repeteco de “Gênesis” começa a dar resultados e até mesmo a novela produzida em 2021 tem resultados interessantes. Mas, quando Celso Freitas e Salcy Lima se despedem o público desliga a televisão, ou vai buscar outras opções.

O recurso de edição especial foi usado em obras como “Apocalipse” (2018), “Vidas Em Jogo” (2011) e “Pecado Mortal” (2013), sem maiores resultados. A grande mudança deve ser um acompanhamento em voz de Guilherme Dellorto, com as desventuras de sua personagem.

A emissora busca maior equilíbrio na grade, isso é: Traça estratégias para permanecer o maior tempo possível em segundo lugar, se isso ajudar a diminuir o êxodo de público em relação ao jornalismo, será de grande valia. Mas, ainda falta uma produção como nos onze anos onde a Record se colocava mesmo como opção à Globo.

O movimento de edição nas duas reapresentações especiais e a falta de quem compre de novo a ideia de novelas contemporâneas ou “mundanas”, coloca a dramaturgia da rede paulista em uma zona de conforto, no piloto automático.

A troca de produtos na faixa nobre deve acontecer em 18 de março. Antes da estreia da temporada inédita, que poderá ser vista antes no streaming da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e não na plataforma oficial da emissora, o PlayPlus.

Atual ocupante da faixa, a reprise de “Jezabel” tem 4,7 pontos de média geral.