A Globo é líder de audiência em todo e qualquer tipo de recorte que se pode fazer, seja na faixa matutina, vespertina, noturna ou notivaga.
O canal carioca não tem qualquer receio em relação as demais emissoras de televisão aberta, porque nenhuma delas representa um perigo real ao projeto dos Marinho.
A exemplificação disso é o “Jornal da Globo” entrando no ar cada vez mais cedo, quando não há maiores compromissos na linha de shows.
As duas rebatidas de novela, seja das seis ou das sete, entram no seu horário alternativo também muito cedo, em comparação ao que seria considerado normal.
O jogo da líder é solitário em 99% dos dias no ano. A primeira colocada se permite fazer coisas atualmente que jamais seriam sequer cogitadas nos anos 2000 e 2010, por exemplo. Porque, apesar da dominância, se via algo de fora incomodar. Seja uma novela da RECORD, ou um show de auditório do SBT.
Para se ter uma ideia, o informativo de Renata Lo Prete entrou no ar ás 23h15, apenas uma hora e quarenta e cinco minutos após o fim do “Jornal Nacional” e as reapresentações em horário alternativo estavam concluídas antes de 01h20 da manhã.


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