Chuva de verão chega ao fim no SBT

A grade desruptiva da terceira maior emissora do país, que promoveria uma revolução e a tão sonhada arrancada da vitória se desfez com seis dias no ar. Isso era “caçapa cantada” na maior parte da crônica televisiva.

O canal sempre foi afeito a instabilidades, mas dessa vez resolveu mexer no seu principal telejornal, após quinze anos. A atração foi invertida com o espaço de novelas, que também sucumbiu em sua nova faixa na grade da semana passada.

Então, quando se diz que “uma verdade pode não durar 24 horas” na emissora é a análise mais certeira possível. Consistente como aquele famoso brinquedo gosmento conhecido como geleca, a emissora perde a própria essência e afasta até mesmo os aguerridos telespectadores que insistem em prestigiar a grade doidivanas da empresa.

Registre-se, que o chão de fábrica não tem qualquer responsabilidade sobre essa instabilidade. Os profissionais da casa fazem o seu trabalho e retornam para suas rotinas pessoais, por mais que seja impraticável uma rotina saudável com tamanha inconstância.

A partir desta segunda-feira (09), a ordem dos programas volta a ser como era até o fim de fevereiro. O canal está imerso em uma crise que é muito maior do que a falta de audiência. Como se sabe, os dados da antiga Kantar Ibope Media são apenas uma amostragem, nas principais praças do país, onde se forma o Painel Nacional de Televisão (PNT).

O canal vai ter sucesso para frear o “Jornal Da Band”? A ver as cenas dos próximos capítulos dessa novela interna.


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