A grande aposta do fim de semana para este ano é o retorno do programa “Viva A Noite” para a grade fixa da terceira maior rede de televisão do país, com o comando do apresentador Luís Ricardo Monteiro, conhecido nacionalmente por ter vivido uma personagem infantil famosa e por ser merchandete do Baú da Felicidade, uma das empresas do Grupo Silvio Santos.
O novo investimento do SBT ainda não tem espaço definido na grade, mas sua produção foi autorizada e o formato deve entrar no ar logo depois do Carnaval, para ficar entre os meses de fevereiro e dezembro.
A atração de entretenimento com auditório foi responsável pela popularização do jornalista Antônio Augusto de Moraes Liberato, mais conhecido como Gugu, que anos depois ganhou o “Domingo Legal” e se consolidou como um dos principais animadores do país.
Em sua segunda fase, foi ao ar também nas noites de sábado. Mas, sem o mesmo sucesso e com a apresentação da cantora Gilmelândia Palmeira dos Santos. O programa foi modificado de horário, em uma época onde a rede não primava exatamente pelo hábito e saiu do ar após poucos meses e baixo rendimento nas principais praças do país.
Aos 63 anos de idade, Monteiro passa a ter sua primeira chance fixa como apresentador de auditório. Ainda há indefinição sobre o dia da terceira fase do programa, se permanece nas noites de sexta-feira, onde foram ao ar os programas especiais, ou se ele é movido aos sábados, onde liderava em sua primeira versão e a segunda também trilhou seu caminho.
O canal já desenha um pacote comercial para o formato, nessa ideia a atração deve fazer parte da grade considerada “normal” da rede, ou seja, entre os meses de fevereiro e dezembro. O SBT teve momentos de bons números, atingindo a vice liderança em momentos, diante dos programas exibidos pela RECORD.
A emissora é conhecida por grandes investimentos aos fins de semana, uma dobradinha entre Monteiro e Virgínia Fonseca Serrão pode evitar uma série de dores de cabeça pelos lados da Anhanguera. Vale lembrar que a rede promoveu uma enquete nas mídias sociais, perguntando em qual dia o público gostaria de acompanhar o programa. O hábito do público das mídias, entretanto, não costuma reverter em bons números na chamada televisão linear.
>> Com informações do jornalista Gabriel Vaquer, em sua coluna Outro Canal, na Folha de São Paulo.


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