O autor de novelas Manoel Carlos Gonçalves de Almeida, conhecido por batizar suas protagonistas femininas com o nome de Helena, morreu no sábado (10), no Rio de Janeiro, aos 92 anos de idade.
Afastado das novelas há doze anos, Maneco é um dos maiores símbolos da dramaturgia nacional. Ele desenvolveu tipos que falam com o público de maneira singular, nas crônicas urbanas.
O novelista se despediu da carreira com “Em Família” (2014), onde fechou um ciclo ao escalar Júlia Lemmertz como sua protagonista e assim encerrar uma trajetória que começou em “Baila Comigo” (1981), quando Lilian Lemmertz defendeu um tipo de mesmo nome. A personagem se tornou um símbolo do novelista, presente em todos os seus trabalhos seguintes.
Recentemente, houve a reprise da novela “História de Amor” (1995), onde Regina Duarte defendia pela primeira vez uma protagonista no universo de Maneco. Ela voltou a interpretar Helenas em “Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006).
Em forma de homenagem, a Globo produziu um extenso material para o “Jornal Nacional” do dia da morte e vai reapresentar o especial “Tributo”, em homenagem ao dramaturgo. A passagem dele é triste, porém suas obras ficam e o eternizam na arte brasileira.
>> Com informações do G1


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