Como foi a audiência há oito anos?

2021: Record passa por inconstância vespertina

A Record criou um problema para si mesma sem a menor necessidade. Até então estabilizada na faixa vespertina, a emissora aposta na reprise de “Escrava Mãe” (2016), para contar a história dos antepassados de Isaura. 

O grande problema é que o público do sofá não comprou a ideia e a novela tem problemas para se impor diante do “Fofocalizando”, em um horário onde tradicionalmente a emissora não via qualquer dificuldade desde a criação dessa faixa de reprises, que entrou em lugar do famigerado “Programa da Tarde”.

A rede da Barra Funda precisa apostar em um dos seus fenômenos da década retrasada, se quiser mesmo distância na briga pela vice liderança. Em tempos de pandemia, uma novela popular funcionaria melhor do que a obra liderada por Gabriela Moreyra, ou o enredo medieval protagonizado por Bernardo Velasco.

O combo da história de Juliana com “Belaventura” (2017) deve ser o motivo do colapso de um espaço que era considerado um dos bastiões para a segunda colocação da emissora paulista. A mãe de Isaura e seus pares findam essa reapresentação com apenas 5,30 pontos de média. O cenário deve ser agravado pela história medieval, que entra no ar na primeira semana de agosto.

Alguém precisa pensar na Barra Funda, para que todo o trabalho de seis anos não seja atirado na latrina. Enquanto isso, “Amor E Intrigas” (2007) segue guardada nos arquivos, sem a menor necessidade. A primeira reprise foi a tempo suficiente para ser exibida outra vez. Para se ter uma ideia do tempo, o enredo de Gustavo Reiz termina com uma queda de 32,51% em relação ao folhetim escrito por Tiago Santiago.


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